domingo, 16 de julho de 2017

A VERDADE É UM ENCONTRO DE PAPA FRANCISCO DE JORGE MATIO BERGOGLIO– 03459

Como novo 8.00

SINOPSE
O dia do Papa começa antes das cinco horas da manhã e é nutrido pelas leituras da Missa do dia: é este tempo de oração que o Santo Padre deseja partilhar quotidianamente com os fiéis. Não numa solene celebração em São Pedro, mas numa Missa «doméstica», na capela da residência de Santa Marta. As homilias do papa Francisco, que se tornaram num dos aspetos mais característicos do seu pontificado, nascem ali, espontaneamente, e constituem o coração pulsante da sua pastoral, mensagens densíssimas que apelam ao coração do Evangelho. No entanto, é preciso ter cuidado para não as ler apenas como um panorama de doçura: contêm palavras fortes, frequentes denúncias e ainda "reparos" muito precisos. Sobretudo, guiam-nos nas lutas de cada dia: o combate contra o «príncipe deste mundo», no confronto da alma com Deus e na difícil relação com o poder. O seu valor simbólico é tanto maior quanto mais nos transmitem o sentido do anúncio evangélico de uma forma peculiar e inédita: através de imagens significativas e uma linguagem simples, imediata, que possui uma clareza e uma frescura amadurecidas numa vida de contacto constante com as pessoas. O papa Francisco fala de ternura, de fé e de ideologia, de espírito e de organização, e de muitas outras coisas. Durante um ano, o Papa desenrolou o mapa da sua vida espiritual e do seu empenho sacerdotal, num esforço que transcende a simples «comunicação de uma verdade»: estas páginas são muito mais do que isso. São a felicidade de falar a favor do bem, que consiste em aproximar as pessoas umas das outras. Deus exerce assim o seu poder mediante a palavra humana.

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